“A liberdade encontra o homem no momento em que ele deixa de se preocupar com a impressão que causa aos outros.”
- Bruce Lee -
Apenas publicação de idéias, opiniões, textos de meu agrado. Um pouco de realidade e um pouco de ficção.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Os Milionários vencem o medo de arriscar
Quero compartilhar um texto discutido no Culto de hoje... sobre prosperidade financeira x dicas de milionarios para prosperidade.
Segue....
A classe média fica presa à rotina do trabalho e da competição destrutiva porque não se arrisca. A única maneira de sair dessa situação é assumindo riscos. Quando removemos os riscos da nossa vida, eliminamos também as oportunidades.
Os milionários não temem se arriscar. Isso não quer dizer que não sintam medo. Tanto eles quanto a classe media tem seus temores.Mas é o modo como lidam com esses sentimentos que determina os resultados que obtêm.
As pessoas da classe media convivem com três medos que as impedem de agir para conquistar o sucesso: o medo do fracasso, o medo da rejeição e o medo da perda.
Os milionários jogam para ganhar. A classe media jga para não perder, há uma grande diferença entre essas duas linhas d ação. Você consegue imaginar o que aconteceria se um time de futebol se mantivesse na defesa durante toda a partida? A chance da vitoria dessa equipe seria praticamente nula. Se você tiver medo da perda, ficará sempre na defensiva quando o assunto for seu dinheiro. Com isso eliminará qualquer oportunidade de alcançar a liberdade financeira.
As pessoas que não jogam para perder vivem dizendo que deveriam ter feito isso ou aquilo. A maior lacuna do mundo é a que existe entre eu deveria e eu fiz.
Os milionários podem afirmar: “Eu fiz”. A classe media está sempre dizendo: “Eu deveria”.
Para conquistar a vitoria, é necessário superar o medo da perda. Esse temor faz com que a classe media permaneça sentada no banco de reservas da vida. Se você quer ganhar a partida, entre em campo para vencer. Jogar para não perder o levará à derrota.
Lembre-se ainda de que o conhecimento é a luz, enquanto o medo é a escuridão. Projete luz na escuridão, e você terá coragem de entrar em ação. Milionários superam seus temores e agem. A classe media se mantém aprisionada pelo medo e vive cheia de arrependimento. Torne-se capaz de dizer eu fiz em vez de eu deveria fazer.
Segue....
A classe média fica presa à rotina do trabalho e da competição destrutiva porque não se arrisca. A única maneira de sair dessa situação é assumindo riscos. Quando removemos os riscos da nossa vida, eliminamos também as oportunidades.
Os milionários não temem se arriscar. Isso não quer dizer que não sintam medo. Tanto eles quanto a classe media tem seus temores.Mas é o modo como lidam com esses sentimentos que determina os resultados que obtêm.
As pessoas da classe media convivem com três medos que as impedem de agir para conquistar o sucesso: o medo do fracasso, o medo da rejeição e o medo da perda.
Os milionários jogam para ganhar. A classe media jga para não perder, há uma grande diferença entre essas duas linhas d ação. Você consegue imaginar o que aconteceria se um time de futebol se mantivesse na defesa durante toda a partida? A chance da vitoria dessa equipe seria praticamente nula. Se você tiver medo da perda, ficará sempre na defensiva quando o assunto for seu dinheiro. Com isso eliminará qualquer oportunidade de alcançar a liberdade financeira.
As pessoas que não jogam para perder vivem dizendo que deveriam ter feito isso ou aquilo. A maior lacuna do mundo é a que existe entre eu deveria e eu fiz.
Os milionários podem afirmar: “Eu fiz”. A classe media está sempre dizendo: “Eu deveria”.
Para conquistar a vitoria, é necessário superar o medo da perda. Esse temor faz com que a classe media permaneça sentada no banco de reservas da vida. Se você quer ganhar a partida, entre em campo para vencer. Jogar para não perder o levará à derrota.
Lembre-se ainda de que o conhecimento é a luz, enquanto o medo é a escuridão. Projete luz na escuridão, e você terá coragem de entrar em ação. Milionários superam seus temores e agem. A classe media se mantém aprisionada pelo medo e vive cheia de arrependimento. Torne-se capaz de dizer eu fiz em vez de eu deveria fazer.
domingo, 18 de abril de 2010
A vida é muito curta para acordar com arrependimentos.
Ame as pessoas que te tratam bem.
Ame, também, àqueles que não só porque você pode.
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
"PERDER COM CLASSE E VENCER COM OUSADIA,
PORQUE O MUNDO PERTENCE A QUEM SE ATREVE
E a vida é MUITO para ser insignificante.”
Ame as pessoas que te tratam bem.
Ame, também, àqueles que não só porque você pode.
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
"PERDER COM CLASSE E VENCER COM OUSADIA,
PORQUE O MUNDO PERTENCE A QUEM SE ATREVE
E a vida é MUITO para ser insignificante.”
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Amigos são Anjos...
No decorrer dos anos, encontramos vários tipos de anjos, alguns chegam necessitando de curativos nos ferimentos causados por amigos que não eram anjos...
Outros chegam para sarar nossos próprios ferimentos...
Alguns são leves e divertidos; nos mostram a alegria da vida...
Uns não são melhores nem piores que os outros; são apenas diferentes, com suas qualidades que devemos salientar; com seus defeitos que devemos enfrentar ( pois quando gostamos temos compromisso de ser fiéis até aos defeitos do nosso amigo anjo ).
O importante é tentarmos, ao longo das nossas vidas, termos sempre algum anjo - com o qual possamos contar nas horas difíceis pra nos dar alento e nas horas alegres pra rir com a gente, da vida enfim...
Amo os anjos que me rodeiam!
- Por Valéria Oliveira (http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=35196)
Outros chegam para sarar nossos próprios ferimentos...
Alguns são leves e divertidos; nos mostram a alegria da vida...
Uns não são melhores nem piores que os outros; são apenas diferentes, com suas qualidades que devemos salientar; com seus defeitos que devemos enfrentar ( pois quando gostamos temos compromisso de ser fiéis até aos defeitos do nosso amigo anjo ).
O importante é tentarmos, ao longo das nossas vidas, termos sempre algum anjo - com o qual possamos contar nas horas difíceis pra nos dar alento e nas horas alegres pra rir com a gente, da vida enfim...
Amo os anjos que me rodeiam!
- Por Valéria Oliveira (http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=35196)
domingo, 4 de abril de 2010
A DOR QUE DÓI MAIS
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
Martha Medeiros
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
Martha Medeiros
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