Apenas publicação de idéias, opiniões, textos de meu agrado. Um pouco de realidade e um pouco de ficção.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A vida é curta...
... quebre regras,
... perdoe rapidamente,
... beije lentamente,
... ame de verdade,
... ria descontrolavelmente,
e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos...
A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie.... "
... quebre regras,
... perdoe rapidamente,
... beije lentamente,
... ame de verdade,
... ria descontrolavelmente,
e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos...
A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie.... "
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
QUANDO O ORGULHO CALA O AMOR
Conta-se que, em algum lugar da China, havia um sábio ancião que decidia questões conjugais. Era ele quem abençoava os casais que queriam se unir e orientava os que estavam se desentendendo, dizendo-lhes se deveriam ou não se separar.
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação. O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
— Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando “ansiosamente” a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos...
Pense um pouco sobre isso!
Um abraço,
Roberto Shinyashiki
Certa vez, o ancião foi procurado por dois jovens a quem havia abençoado havia alguns anos e que agora falavam em separação. O sábio, percebendo que os dois se amavam, não viu motivo para que desfizessem a união, mas não conseguia convencê-los disso. Então, presenteou-os com uma planta e disse:
— Esta é uma planta muito sensível. Vocês devem deixá-la na sala e, quando ela morrer, poderão se separar.
Assim foi feito: o casal colocou a planta no centro da sala e ficou aguardando “ansiosamente” a sua morte.
Certa madrugada, ambos se flagraram com regadores em punho, cuidando da planta. Naquele dia, amaram-se como nunca.
A planta sensível era, na verdade, a relação dos dois. O amor era forte o suficiente a ponto de acordá-los em plena madrugada. Mas então o que estaria ameaçando aquela união? O orgulho.
O orgulho nos impede de pedir perdão. O orgulho não nos deixa perdoar. O orgulho não nos deixa dizer que ainda amamos...
Pense um pouco sobre isso!
Um abraço,
Roberto Shinyashiki
sábado, 9 de janeiro de 2010
O Sábio e a Borboleta
Havia um pai que morava com suas duas jovens filhas, meninas muito curiosas e inteligentes.
Suas filhas sempre lhe faziam muitas perguntas.
Algumas, ele sabia responder, outras, não fazia a mínima ideia da resposta.
Como pretendia oferecer a melhor educação para suas filhas, as enviou para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina.
Este, por sua vez, respondia todas as perguntas sem hesitar.
Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder.
Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã:
“Desta vez, o sábio não vai saber a resposta!”
“O que você vai fazer?” Perguntou a outra menina.
“Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar para o sábio se a borboleta está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar para o céu. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e, assim, matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho nos der vai estar errada.”
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando sob um eucalipto na montanha.
A menina aproximou-se e perguntou se a borboleta em sua mão estava viva ou morta.
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
“Depende de você. Ela está em suas mãos.”
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém porque algo deu errado.
O insucesso é apenas uma oportunidade de começar novamente com mais inteligência.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos ou não.
Nossa vida está em nossas mãos, como uma borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela, só a nós. Não deixe ninguém interferir nisso. Nunca!
Suas filhas sempre lhe faziam muitas perguntas.
Algumas, ele sabia responder, outras, não fazia a mínima ideia da resposta.
Como pretendia oferecer a melhor educação para suas filhas, as enviou para passar as férias com um velho sábio que morava no alto de uma colina.
Este, por sua vez, respondia todas as perguntas sem hesitar.
Já muito impacientes com essa situação, pois constataram que o tal velho era realmente sábio, resolveram inventar uma pergunta que o sábio não saberia responder.
Passaram-se alguns dias e uma das meninas apareceu com uma linda borboleta azul e exclamou para a sua irmã:
“Desta vez, o sábio não vai saber a resposta!”
“O que você vai fazer?” Perguntou a outra menina.
“Tenho uma borboleta azul em minhas mãos. Vou perguntar para o sábio se a borboleta está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar para o céu. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la rapidamente, esmagá-la e, assim, matá-la. Como consequência, qualquer resposta que o velho nos der vai estar errada.”
As duas meninas foram, então, ao encontro do sábio, que estava meditando sob um eucalipto na montanha.
A menina aproximou-se e perguntou se a borboleta em sua mão estava viva ou morta.
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
“Depende de você. Ela está em suas mãos.”
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém porque algo deu errado.
O insucesso é apenas uma oportunidade de começar novamente com mais inteligência.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos ou não.
Nossa vida está em nossas mãos, como uma borboleta azul.
Cabe a nós escolher o que fazer com ela, só a nós. Não deixe ninguém interferir nisso. Nunca!
Assinar:
Postagens (Atom)